Tradutor

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

TOMO XXXVII-2-4 - SISTEMA SOLAR EXTERNO - SATÉLITES DE SATURNO - JAPETO




Jápeto


Jápeto possui abeto diferenciado durante sua orbita ao redor de Saturno, pois tem variação de magnitude em até 10 vezes quando observado da Terra.


Jápeto ou Iapetus é o terceiro maior satélite de Saturno com 1.436,0 km de diâmetro. O período de rotação de Jápeto é igual ao da translação, (como acontece com outros satélites de Saturno, e a nossa própria Lua) onde uma face de Jápeto está sempre de frente ao gigante gasoso, portanto, desta forma, o dia do satélite é mais de 79 dias terrestres.





Orbita de Jápeto ao redor de Saturno.






Atmosfera de Jápeto


Pequena névoa observável sobre a superfície de Jápeto


Jápeto possui uma tênue atmosfera, que possivelmente é origem da evaporação superficial pelo Sol, ao que parece Metano em maior proporção.

No entanto, pensa-se que, provavelmente, a matéria da superfície do hemisfério frontal a saturno (pois sua rotação é igual a sua translação) sejam moléculas orgânicas de caráter complexo, talvez abastecido de outro satélite como Febe, ou produzido pela radiação ultravioleta solar, agindo no metano congelado do hemisfério rebocado. A rápida evaporação do metano e também o transporte de partículas de matéria do hemisfério condutor para o rebocado é possivelmente realizado por impactos de micrometeoritos, assim explicando a razão de tal assimetria de brilho entre os hemisférios.





Geologia de Jápeto


O seu lado frontal a Saturno é extremamente escuro, enquanto que o hemisfério oposto é brilhante, dez vezes melhor refletor.


Jápeto  possui uma densidade semelhante à de Rea, indicando que tem uma pequena quantidade de materiais rochosos. O seu lado frontal a Saturno é extremamente escuro, chamada de Cassini Regio tendo sua natureza e origem desconhecidas, refletindo apenas uma pequena percentagem de luz solar incidente. Enquanto que o hemisfério oposto é brilhante, dez vezes melhor refletor. Isto torna Jápeto o corpo celeste conhecido com maior variação de brilho no Sistema Solar.




Jápeto e considerado um esferoide o que não combina com seu tamanho.

Jápeto vem demonstrando que teve uma lenta solidificação superficial ou uma colisão cataclísmica a tal ponto que as distorções gravitacionais de Saturno ou outro objeto de grande massa, se acham evidentes em sua forma atual. Planetas anões e satélites adquirem a forma esférica a partir de 400 km de diâmetro, dependendo é claro de sua massa contida em sua formação. Jápeto mesmo com 1 400 km tem um formato muito irregular para seu tamanho e composição.



A superfície escura de Jápeto.

A superfície escura é composta por matéria que tanto pode ter sido capturada do espaço ou ejetada do interior do satélite. Sua matéria escura pode ser uma fina camada de matéria orgânica talvez semelhante às substâncias complexas encontradas nos meteoritos mais primitivos. No entanto, não há crateras com arestas vivas no hemisfério escuro. Se a camada de material escuro é fina, deve ser constantemente renovado porque o impacto de um meteoro iria penetrar através da camada e revelar o material mais brilhante da superfície.

A teoria inicial sobre da origem das diferentes composições químicas seria a de que impactos de micrometeoritos poderiam ter expelido material do satélite Febe, (situado entre Jápeto e Saturno), que seria então capturado por Jápeto. Mas a teoria começa a ruir por alguns fatores chaves como veremos agora.




Possíveis gêiseres de metano e amônia recomporiam a quase inexistente atmosfera de Jápeto.


Primeiro o satélite Febe tem uma cor ligeiramente diferente da cor da superfície escura de Jápeto. O fato de o material estar no hemisfério da frontal a Febe parecia suportar esta teoria, mas a matéria escura parece estar concentrada no interior das crateras. Isto poderia indicar uma origem interna.

Segundo, devido a Jápeto estar tão longe de Saturno, sua composição interna poderia ser de gelo de metano e de amônia. A matéria escura pode ser explicada por erupções de metano do seu interior. Esta teoria é suportada pelo anel escuro de matéria com cerca de 100 quilômetros de diâmetro que atravessa a borda entre os hemisférios frontal e oposto a Saturno de Jápeto. Anéis deste tipo formaram-se igualmente na Lua e em Marte quando matéria escura vulcânica preencheu as crateras de impacto à volta do pico central.

A crista

Crista longitudinal de 1300 km.

Uma outra característica notável de Jápeto é a existência de uma espécie de “crista” próximo ao equador, tratando-se de uma cadeia montanhosa que chega a ter mais de 10 km de altura, 20 km de largura e se estende por 1.300 km na região escura do satélite.

A crista equatorial em Jápeto


As teorias da origem da crista são de que o cume formado como um "anel", foi criado durante a sua formação por causa da "esfera de Hill", ou uma esfera de influência gravitacional de um corpo celeste, que comparada com as perturbações de outro corpo , de massa maior, em torno da qual orbita, criou a crista equatorial em Jápeto. A terceira hipótese é que o inchaço na lua de Saturno é o resultado de uma antiga reversão geológica convectiva.


Crateras de Jápeto

Qualquer semelhança é mera coincidência. O “olho de Japeto” e uma Death Star do Império de Star Wars.


Foram descobertas crateras de impacto no início da década de 1980 pela sonda interplanetária da NASA Voyager. As crateras foram observadas no hemisfério claro de Jápeto, mas não no que comanda o movimento do satélite. A matéria no hemisfério oposto a Saturno possivelmente seja composta de gelo de água,  misturado com metano congelado e outros tipos gelos, como o de amônia. Segundo as análises quase todo o satélite é, essencialmente, composto por gelo, por isso possui a densidade baixa registrada.


A maior cratera e vista como um círculo ao qual chamara de "Olho de Jápeto" e que se situa no limite de ambos os hemisférios possuindo cerca de 200 km de diâmetro.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

TOMO XXXVII-2-3 - SISTEMA SOLAR EXTERNO - SATÉLITES DE SATURNO - DIONE


DIONE
Dione é mais densa que Reia, e é a segunda lua de Saturno mais densa depois de Titã.

Dione tem 1118 quilômetros e apesar de ligeiramente menor, Dione é bastante semelhante à Reia. Ambas têm composições, albedo e terreno semelhantes, e até os hemisférios destes diferentes mundos são parecidos. No entanto, Dione é mais densa que Reia, e é a segunda lua de Saturno mais densa depois de Titã. O que leva a se pensar que tem uma grande quantidade de material rochoso no seu interior; e devido a isso, Dione tem mais calor radioativo interno que as outras luas geladas vizinhas. Enquanto Encelado mostra ser um satélite ativo, Dione por sinais atividade no passado, mostrando-se assim com uma superfície mais antiga do que a que foi vista em Encelado.

Atmosfera de Dione
Atmosfera rarefeita.

O satélite possui uma atmosfera rarefeita que se renova pela ação tectônica gravitacional de Saturno, através de fraturas que parecem ter origem devido à liberação de vapor água e, ao que parece metano. Formada por uma névoa rarefeita, não chega a gerar fenômenos atmosféricos significantes fora a pulverização dos elementos expelidos pelo próprio satélite.

Geologia de Dione
Superfície de Dione Iluminada por Saturno.

As Voyager confirmaram que existia uma crosta gelada, ou seja, a solidez do astro é composta aproximadamente por 60 % de gelo e 40 % rocha. Parece também mostrar que uma parte substancial do gelo derrete constantemente.

Composição a partir de imagens da Cassini, mostrando o terreno escuro e partido do hemisfério rebocado.

A superfície é brilhante devido à sua composição, mas mostra grandes contrastes de brilho, com o hemisfério que lidera a translação mais brilhante que o rebocado. Este último é, geralmente, mais escuro e com uma superfície dominada por penhascos de gelo brilhantes que lhe dá um carácter bastante exótico e que evidencia movimento de placas tectônicas. Uma possibilidade é que as fraturas parecem ter origem devido à liberação de água e, possivelmente, metano.


Região polar sul no hemisfério frontal a Saturno é mais brilhante que o terreno perto do equador, no topo da imagem. No centro, uma rede radial brilhante é conhecida como Cassandra, que poderá ser uma cratera raiada ou uma característica devido a movimentos tectônicos.

Dione apresenta diferentes tipos de terreno:
Planícies com baixas densidades de crateras a vales sinuosos que pode ser devido ao calor gerado a partir do seu interior. Existe um grande número de crateras, mas nenhuma tão grande que sugira que Dione alguma vez esteve perto da destruição total. Geralmente, Dione mostra uma pequena população de crateras quando comparada com outras luas de Saturno.
Zonas altas são suaves e os respectivos vales são harmoniosos com o resto da superfície e deverão ter a mesma idade que as a maioria das crateras das regiões onde estas se encontram. Os penhascos de gelo brilhantes poderão ter sido formados num período mais recente.
Os cientistas continuam intrigados com o terreno nas latitudes a sul onde a uma rede de linhas que parece cruzar toda a área e é ao que parece às características, a mais jovem nessa região de Dione.


As Crateras de Dione

Em Dione, a superfície varia da densamente crivada por crateras, até às planícies praticamente sem crateras, passando por planícies com um número moderado de crateras.

As maiores crateras têm 200 km de diâmetro, onde uma das maiores dessas tem um pico central e as com 100 km são comuns nas zonas mais densamente saturadas de crateras. Já as planícies tendem a ter crateras com menos de 30 km de diâmetro.
A maioria das crateras encontra-se no hemisfério que lidera o movimento à volta de Saturno, dado que Dione mantém sempre a mesma face virada para o planeta mãe.
As principais características visíveis na superfície de Dione são as Chasmata (depressões íngremes, estreitas e longas), Lineae (marcas lineares formadas pelos penhascos) e crateras. As características da superfície de Dione tomam nomes da Eneida de Virgílio, daí que, por vezes, Dione é referida como Lua de Virgílio.

A cratera proeminente é Dido. Por cima localiza-se Antenor (82 km de diâmetro), logo acima Turnus (97 km) que se localiza em Cartago Linea, uma região de terreno brilhante e fraturado.

A maioria do terreno com bastantes crateras localiza-se no hemisfério oposto a Saturno, com as planícies menos crivadas no hemisfério frontal ao planeta. Isto vai contra o que era esperado por alguns cientistas, o que sugere que durante o período de forte bombardeamento, tinha outra face virada para Saturno.
 Dado que Dione é relativamente pequena, um impacto que cause uma cratera de 35 km pode ter virado a lua. Dado que existem bastantes crateras maiores que 35 km, Dione pode ter sido repetidamente virada durante o bombardeamento no sistema solar primitivo. O padrão das crateras e o albedo brilhante do hemisfério líder sugerem que Dione permaneceu com a mesma face voltada para Saturno durante vários milhares de milhões de anos.
A maioria das crateras vistas pela sonda Cassini durante a aproximação mostra muros brilhantes e material escuro no chão dessas crateras. Isto deverá ser causado pelo deslizamento e acumulação de depósitos rochosos no interior das crateras, deixando os muros com gelo mais limpo, muito semelhante ao que deverá acontecer com outros satélites gelados de Saturno.
Tal como Calisto, as crateras de Dione não têm muito relevo, sendo isto provavelmente devido à crosta frágil formada por gelos. Dido é uma cratera proeminente na superfície, tem com 118 km de diâmetro e possui um pico central e tomou o nome da fundadora mítica de Cartago.


Os penhascos de gelo

Vista do interior de uma cratera com 60 km de diâmetro em Pádua Linea. O pico central da cratera pode ser observado na parte inferior direita. São visíveis várias fraturas na superfície.

Sulcos lineares e quase paralelos percorrem o terreno de Cartago Linea, visíveis no canto superior esquerdo da imagem.

Até à chegada da sonda Cassini em 2004, a origem da rede de linhas de material brilhante era obscura. Hoje se sabe que estas formações não são depósitos de gelo, tal como se pensava antes da chegada da sonda, mas são penhascos de gelo brilhantes criados por movimentos tectônicos na superfície.
Os penhascos localizam-se em terreno escuro, que dá ao terreno um aspecto contrastante e alienígena. Um dos propósitos da sonda Cassini era desvendar mais informação sobre esta parte da superfície, dados que puderam ser obtidos com a aproximação de 11 de Outubro de 2005.

 Pádua Linea

Durante a aproximação, a Cassini sobrevoou Pádua Linea e as imagens revelaram um terreno com sulcos finos, levemente paralelos e lineares que percorrem todo o terreno. Por sua vez, estes sulcos são interrompidos por fraturas irregulares e brilhantes. Em vários locais, as fraturas são mais recentes que alguns depósitos no fundo das crateras.
As crateras da região de Cartago Línea também têm paredes brilhantes e fundas cobertas por depósitos escuros, o que sugere que o material caia das paredes para o interior, revelando gelo limpo, enquanto que o material escuro vai se acumulando no interior das crateras e na base dos penhascos.
Mapa físico de Dione.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

A Turma da Mônica em...

Mauricio de Souza seguidamente aparece nos quadrinhos interagindo com sua criação.

Hoje vamos falar de um tema diverso do que atualmente falamos no Blog. Meu filho se encontra dentro do aspecto autista, e tem um carinho especial pelos desenhos e histórias da turma da Mônica. Pois bem, cresci lendo Disney, depois Marvel/DC e acabei nos livros. Poucas revistas haviam lido da turminha e só os conhecia superficialmente. Por isso fui a fundo no mundo infantil da turma Mônica. Veremos mais agora.


A turma da mônica evoluiu junto com seu criador e com a sociedade sem preder sua característica primordial...os planos infalíveis do Cebolinha aliados uma dose de moral e ética, semeiam noções de bondade e cidadania em seus leitores e agora espectadores mirins...bem como seus pais por vezes.

Turma da Mônica, ao contrario das tradicionais da Disney em quadrinhos, que em boa parte foram criados por uma finalidade recreativa por razoes politicas e ou econômica, (recomendo lerem “Para lerem o Pato Donald- Comunicação de Massa e Colonialismo”). É uma série de histórias em quadrinhos criada pelo cartunista e empresário brasileiro Mauricio de Sousa.



A forma de inserir os desatinos do cebolinha em torcer as orelhas do Coelho de Pelúcia da Mônica bem como a turma do Limoeiro nas estórias da Marvel e DC fora fantástica.

A série foi originada em 1959 em uma série de tirinhas de jornal, na qual os personagens principais eram Bidu e Franjinha. A partir dos anos 1960, a série começou a ganhar a identidade atual com a criação de Mônica e Cebolinha, entre 1960 e 1963, que passaram a serem os protagonistas.
Embora a maior parte das histórias girem em torno das aventuras de Mônica, Cebolinha e seus amigos do bairro do Limoeiro, o termo do título se refere também às demais famílias de personagens criados por Mauricio de Sousa, derivadas de outras séries, como Turma do Chico Bento, Turma da Tina, Turma da Mata, Turma do Penadinho, entre outros.





Nada escapa a criatividade dos estúdios de Maurício de Souza.

Trazem temas do folclore nacional brasileiro, do interior, de contos diversos infantis e do relacionamento entre crianças do final do século XX. Muitos temas são controversos na atualidade como o buling que os meninos fazem com a menina Mônica em especial. Para isso foi criado a Mônica Teen, com os personagens já adolescentes expõem inter-relacionamentos afetivos entre os principais coadjuvantes nas tirinhas infantis, mostrando que por vezes as crianças fazem o que fazem pela sua inocência e imaturidade, se tornando adultos melhores.



 
Trilogias Inteiras de sucessos do cinema estão representados nas paginas de seus Gibis.

Desde 1970, na forma de revista em quadrinhos, os personagens já foram publicada por editoras como o Abril (1970-1986), a Globo (1987-2006) e Panini Comics (2007 até a atualidade), somando quase 2.000 revistas já publicadas para cada personagem. Além disso, também segue com publicação especial de tiras no formato de bolso pela própria Panini e pela L&PM.




A correlação da turma da Mônica nos grandes filmes do cinema ajuda a divulgar a marca,pois acaba agradando os pais também.


A criatividade de Mauricio de Souza e sua equipe superam em muito os segmentos tradicionais. Expõem em suas tiras, contextos religiosos cristãos, de entretenimento televisivo e cinemático, esportivos (como personagens baseados em jogadores famosos), e avança para as relações interpessoais.





Os personagens estrelaram nos quadrinhos os principais clássicos e modernas produções cinematográficas.

Nas edições adolescentes temos também personagens de temas inclusivos, com deficiências, opção sexual (em desenvolvimento ainda), raça e crenças. Numa forma de mostrar os relacionamentos  plurais que temos a nossa volta em um mundo diversificado e globalizado.


Mônica Teen
                             
Simmmm, eles cresceram, e muita coisa mudou, mas não as aventuras.

Em 2008 foi criado um spin-off baseado no estilo dos quadrinhos japoneses intitulado Turma da Mônica Jovem, com os personagens adolescentes. Em 2015, a linha passou por uma reformulação, a Panini reiniciou a numeração das revistas e passou a creditar autores em algumas histórias (algo que acontecia apenas em publicações especiais), além disso, cada edição passou a trazer um QR Code que permite a acesso a conteúdos exclusivos em plataformas virtuais.


O pai sempre orgulhoso de sua criação literalmente entra em cena com sua obra de arte.

Desde os anos 80 Mauricio de Souza usou seus estudios para se inserir no campo da animação e abrandar os meios televisivos e Cinematográficos. O no cinema a turminha iniciou lentamente, mas de passos firmes, na televisão porem demorou mais, em geral pela falta de apoio e investimento em uma produção de uma série televisiva nacional.
Sempre presente e inovando para todos os públicos, Apreciação universal

Maurício no entanto nunca desistiu, e hoje em dia está em todas as plataformas de mídia disponiveis digitais ou tradicionais de forma expressiva. Sua Marca se observa desde produtos de Higiene, alimentícia, brinquedos, vestuário.


Em meio ao humor, sempre uma mensagem ética e progressiva para o leitor.

A Turma da Mônica tem gibis e diversos outros produtos licenciados em 40 países e com 14 idiomas, sendo que a marca foi expandida para outras mídias ao longo dos anos, em produtos como livros, brinquedos, discos, CD-ROMs, jogos eletrônicos, etc.


A princesa e o Robô, um dos primeiros ensaios da Turma da Mônica nos Cinemas.

 Em 2019 estreará nos cinemas não com animação, mas com uma produção com atores mirins, meu filho conta os dias para á estréia deste filme infantil. Veremos em quantos segmentos mais a turminha irá brilhar. 

Em 2019 a turminha estára na telona literalmente em carne e osso.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Turma_da_M%C3%B4nica
No Google+ https://plus.google.com/u/0/collection/MclnAB  o amigo deste blog consegue baixar e/ou ler histórias inteiras, curtas ou como a dos clássicos do Cinema na integra.