AS GALAXIAS TIPICAS
As galáxias atuais são enormes massas compostas de estrelas,
nebulosas e matéria interestelar. Variam muito de tamanho, Segundo os astrônomos,
existem entre 100 bilhões e 200 bilhões de galáxias no Universo observável,
desde “anãs” com algumas dezenas de milhões de estrelas cada a gigantes com
mais de 100 trilhões. Presumindo que, em média, elas tenham a quantidade de estrelas
da nossa Via Láctea, estimada de 100 bilhões a até 1 trilhão, o número total de
estrelas no Universo pode ultrapassar facilmente a marca de 10 setilhões, ou
mais do que todos os grãos de areia de todas as praias do planeta somados.
Existem três tipos principais de galaxias, as elípticas de
forma oval; as espirais, que possuem braços espiralados exteriormente a protuberância central; e as irregulares, sem forma definida; bem como suas
formas intermediarias.
As galaxias como observamos na figura abaixo, se iniciam como
discos redondos de matéria e que vão aos poucos pela ação gravitacional gerando apêndices que por fim culminam em braços como os da Via Láctea , logicamente
dependendo de quanta matéria tem em sua composição, bem como influencia
gravitacional.
Teoricamente quanto mais velha a galaxia, mais espiralada ela
se encontra, mas devido a forca da gravidade de galaxias próximas de igual ou
maior massa, sua forma tende a se alterar ou se manter, independente da sua
idade.
Podem estarem sozinhas ou
em grupos como a Via Láctea, por exemplo, tem duas galaxias satélites, a
grande nuvem de Magalhães situada a 155 mil km da nossa galaxia possui 40 mil
anos lus de diâmetro, e a pequena nuvem de Magalhães a 170 mil anos luz com um
diâmetro de 20 mil anos luz, galaxias de pequeno tamanho com forma irregular
possuem como a via láctea milhares de estrelas, nebulosas e poeira
interestelar.
Colisões
entre Galáxias
Como visto em todos estes anos de astronomia
moderna, é relativamente comum observarmos choque entre estruturas do porte de
galáxias!
Mas apesar de algumas possuírem bilhões de astros, a
fusão dos corpos colossais passa quase despercebido entre as estrelas que as
compõem. Devido a enorme distancia entre as estrelas pouca interação
gravitacional ocorreria no processo de fusão sem contar na lentidão do ocorrido
na casa de milhões de anos. Na zonas centrais sim a interação gravitacional dos
astros devido a maior densidade além da movimentação e da fusão dos núcleos que
como já vimos são buracos negros superdensos.
Buracos
negros gigantes
Toda
grande galáxia possui um monstro deste no seu centro, bem como a nossa própria.
Possivelmente um resquício do passado tempestuoso dos Quasares, os gigantes
buracos negros dos centros galácticos. Hoje em dia não tem mais nada o que
devorar e
Possivelmente
os quasares que vemos seja os ancestrais das nossas atuais galáxias, antes de
seus núcleos tivessem consumido dota a matéria estelar.
No seu auge os corpos
escuros assimilavam as estrelas próximas até ficarem milhões de vezes mais
pesados que nosso Sol. A fúria que gerava jatos imensos de matéria destrocada
por fim acabaria adormecendo.
RESSURGIMENTO DOS MONSTROS
Dados
de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a
resolver um problema existente há décadas: o
mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia
originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros.
As
novas descobertas confirmam que a energia é originária dos buracos negros
adormecidos nos centros galácticos que “se acendem” quando estas colidem. Os
dados da pesquisa oferecem um vislumbre de como poderá ser o comportamento do
buraco negro central de nossa galáxia, a Via Láctea, no futuro distante.
Fotografias
na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas (destacados nos
círculos), detectados pela pesquisa SWIFT de raios-X de alta energia, mostram
claramente a presença de galáxias em colisão. As imagens mostram os formatos de
galáxias entrelaçadas ou distorcidas pela atração gravitacional das vizinhas
próximas. Os cientistas estimam que cerca de 01% dos buracos negros
supermassivos apresentam este tipo de comportamento. Créditos: NASA/Swift/NOAO/Michael
Koss e Richard Mushotzky (Universidade de Maryland).
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